BABY YOGA
Quem imaginaria um bebê em uma aula de Yoga? Pode parecer incompatível, mas acompanhado da mãe torna-se saudável e divertido. A modalidade é chamada de Baby Yoga. A fisioterapeuta e professora de Yoga Cristina Balzano atende gestantes que depois do parto continuam a freqüentar as aulas acompanhadas dos bebês. Ela, inclusive, está prestes a lançar um DVD sobre o tema e a massagem Shantala - divulgaremos a data quando definida.
Retomar a prática de Yoga é indicado para mamães após um mês do nascimento. Com três meses, o bebê fica mais apto a executar posições em conjunto com a mãe. Cristina descreve um desses exercícios que chama de “balanceio”: a mulher com pernas flexionadas, o bebê de bruços, apoiado entre pés e joelhos, cara-a-cara com ela, que o segura nas axilas ou nas mãos, executando movimentos para frente e para trás. “Além de fazer bem para a coluna e o abdômen dela, o exercício torna-se uma brincadeira. Um vínculo importante criado entre os dois”, diz a especialista. Entre os maiores benefícios apontados para os pequenos, destaca-se o desenvolvimento psicomotor, com melhorias da coordenação motora e da flexibilidade. Exercícios complementares também auxiliam no alívio das cólicas. Para evitar vômitos, os bebês não podem ter mamado nos 30 minutos (leite materno) e 60 minutos (leite artificial – mais demorado de digerir) precedentes. Apesar da prática se iniciar com os filhos acordados, muitos deles dormem ao final em virtude do relaxamento e da tranqüilidade proporcionados. As aulas têm duração média de 1 hora e, segundo Cristina, o encontro das mães com seus filhos é uma ótima ocasião para troca de experiências e socialização.Para as mães, além de incrementar os momentos dedicados ao filho, a Yoga fortalece a musculatura da pélvis e da barriga. Aconselha-se a prática conjunta até dois anos de idade do bebê. As aulas específicas para crianças começam a partir de então.
Serviço - Fisioterapeuta e professora de Yoga para gestantes:
Retomar a prática de Yoga é indicado para mamães após um mês do nascimento. Com três meses, o bebê fica mais apto a executar posições em conjunto com a mãe. Cristina descreve um desses exercícios que chama de “balanceio”: a mulher com pernas flexionadas, o bebê de bruços, apoiado entre pés e joelhos, cara-a-cara com ela, que o segura nas axilas ou nas mãos, executando movimentos para frente e para trás. “Além de fazer bem para a coluna e o abdômen dela, o exercício torna-se uma brincadeira. Um vínculo importante criado entre os dois”, diz a especialista. Entre os maiores benefícios apontados para os pequenos, destaca-se o desenvolvimento psicomotor, com melhorias da coordenação motora e da flexibilidade. Exercícios complementares também auxiliam no alívio das cólicas. Para evitar vômitos, os bebês não podem ter mamado nos 30 minutos (leite materno) e 60 minutos (leite artificial – mais demorado de digerir) precedentes. Apesar da prática se iniciar com os filhos acordados, muitos deles dormem ao final em virtude do relaxamento e da tranqüilidade proporcionados. As aulas têm duração média de 1 hora e, segundo Cristina, o encontro das mães com seus filhos é uma ótima ocasião para troca de experiências e socialização.Para as mães, além de incrementar os momentos dedicados ao filho, a Yoga fortalece a musculatura da pélvis e da barriga. Aconselha-se a prática conjunta até dois anos de idade do bebê. As aulas específicas para crianças começam a partir de então.
Serviço - Fisioterapeuta e professora de Yoga para gestantes:
Cristina Balzano Arco-íris Oficina Holística (Alphaville – Barueri): 11-4191-4531
Grupo de Apoio Maternidade Ativa - Gama (São Paulo): 11-3813-3461

